Banco do Brasil: audiência no STF contra terceirizações

Em audiência pública realizada no plenário do Supremo Tribunal Federal (STF),  no último dia 28 de setembro, foi discutida uma ação direta de inconstitucionalidade contra a privatização de estatais por parte do governo federal, em particular os bancos públicos, como o Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal (CEF). 

Na ocasião, a presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, apresentou dados no sentido de refutar afirmações de que as empresas apresenteam gestão ineficiente, além de reforçar a importância dos bancos públicos.

A audiência foi convocada pelo ministro Ricardo Lewandowski, antes de tomar decisão sobre a Ação Direta de Inconstitucionalidade 5624. 

Antes de conceder parecer definitivo, o ministro concedeu liminar proibindo a venda de estatais sem autorização do poder legislativo.

“Os números mostram o contrário. No primeiro semestre de 2018, elas (os bancos) apresentaram lucro líquido de R$ 37,3 bilhões e os dividendos que essas empresas vão repassar para a União giram em torno de R$ 5,7 bilhões. Quando analisamos um período maior, de 2002 a 2016, vemos que as empresas estatais repassaram R$ 285 bilhões de dividendos para União. Elas não dão prejuízo. Ao contrário, dão lucro”, disse a presidenta da Contraf-CUT.

Banco do Brasil – Expectativa por Concurso

Após o concurso realizado no início deste ano para o preenchimento de 60 vagas (sendo 30 imediatas) em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, cresce a expectativa pelo início de novos concursos públicos para o cargo de escriturário do Banco do Brasil em diversos outros estados. Embora ainda não exista uma confirmação de quando um novo edital possa ser publicado, a carência de servidores é grande, inclusive nos estados contemplados na última seleção, como São Paulo.

Tanto que, no final do primeiro semestre, os bancários realizaram protesto em favor da contratação de mais servidores. De acordo com o Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região, nos últimos 12 meses, o banco fechou 1.983 postos de trabalho e 270 agências.

Há pelo menos dois anos é aguardada a realização de novo concurso não só para São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal, como também para os estados de Minas Gerais, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Alagoas, Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará e Tocantins. 

(Jornal dos Concursos)

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