CONCURSO CAIXA: decisão da Justiça será conhecida a qualquer momento

​A sentença da Caixa Econômica Federal (CEF), referente à chamada de aprovados dos concursos de 2014 para técnico bancário, médico e engenheiro do trabalho, deveria sair na última sexta-feira, dia 30. (segundo a Folha Dirigida)Todavia, o conteúdo acerca da decisão da ação civil pública, impetrada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT),…

A sentença da Caixa Econômica Federal (CEF), referente à chamada de aprovados dos concursos de 2014 para técnico bancário, médico e engenheiro do trabalho, deveria sair na última sexta-feira, dia 30. (segundo a Folha Dirigida)

Todavia, o conteúdo acerca da decisão da ação civil pública, impetrada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), não foi proferido até o fechamento desta edição pelo Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região – que engloba o Distrito Federal e Tocantins.

A expectativa é de que isso ocorra nos próximos dias.

O processo foi aberto porque a Caixa, embora tenha grande carência de pessoal, convocou pouco mais de 2.500 aprovados em todo o pais, ao passo em que há mais de 30 mil aguardando convocação.

Ao longo das audiências realizadas, a Caixa não apresentou nenhuma proposta para solucionar esse problema.

Enquanto isso, as validades desses concursos, que venceriam em junho deste ano, seguem suspensas por tempo indeterminado.

O MPT também cobra que, em seus próximos concursos, a Caixa estipule em editais futuros o número de vagas, mesmo que para cadastro de reserva.

Além disso, esse quantitativo não pode ser muito abaixo das necessidades da estatal.

Além dessa ação civil, há outra também relacionada à convocação de aprovados, mas neste caso não os de ampla concorrência, mas sim os deficientes.

O resultado desse processo só sairá em 2017, já que a próxima audiência (que ainda não é a sentença final), foi agendada para 25 de janeiro do ano que vem.

A reivindicação, além da chamada de concursados, também visa a fazer com que a Caixa cumpra o que determina a Lei de Cotas, de que os órgãos públicos tenham, em seu quadro, pelo menos 5% de deficientes – número aquém da atual realidade do banco, cujo percentual hoje é de 1,45%.

Fonte: FOLHA DIRIGIDA

ACOMPANHE AQUI A SENTENÇA PROFERIDA PELA JUÍZA DO TRABALHO NATALIA QUEIROZ CABRAL RODRIGUES

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